A todas as mães e filhos
Tornamo-nos mãe quando um novo ser é gerado. São os filhos que nos tornam mãe. E essa interdependência segue vida afora.
A insegurança também acompanha esse binômio: será que serei boa mãe? será que minha mãe está certa?
Não nascemos mãe; tornamo-nos mãe e não há escola para essa função.
Mas mãe aprende porque sente, porque está junto. E aprende sofrendo e sofre nesse aprendizado continuo e ininterrupto.
Muita dualidade acompanha uma mãe: sentem e suportam dores e sentem a maior das alegrias com elas. São dores físicas, dores emocionais, sentimentais, dores pela insegurança de não saber se estão fazendo certo ou não. Mas continuam fazendo, tentando, procurando sempre o melhor porque para quem é mãe, de fato mãe, nada é melhor que ser mãe.
Mãe que é mãe de fato estará sempre com o filho, na mente, no coração ainda que o filho não esteja com ela. Mãe que é mãe, nunca abandona um filho, não duvida, não deixa de orgulhar-se, não fecha os braços, não nega o colo.
Mãe que é mãe, continua sendo mãe, pela eternidade.
A você mãe, minha gratidão pelos seus erros e acertos; a você filho, que transformou minha condição de mulher para mãe e com isso minha essência, meu amor incondicional.
A todas as mãe e filhos, meu fraterno abraço.