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No Programa do Jô Zulmira fala como amenizar a convivência com
a pessoa portadora de Alzheimer


24/11/2010

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Click no link para assistir a entrevista no Programa do Jô
http://www.youtube.com/watch?v=uY9PYyLXEyA&NR=1


A Enfermeira Gerontóloga Zulmira Elisa Vono, autora do livro: O Bem no Mal de Alzheimer” se dedica ao estudo do envelhecimento humano e ao cuidado com a pessoa idosa. Seu último livro foi lançado  pela editora SENAC, e já vendeu mais de 500 exemplares.

A experiência de Zulmira soma consultorias e assessoria a prefeituras municipais, a Instituições de Longa Permanência para Idosos, privadas e  filantrópicas, palestras para as pessoas que objetivam bem envelhecer, para familiares/ cuidadores que desejam melhor conviver com os idosos, para profissionais de saúde, além desenvolvimento de projetos para a gestão pública. Sua missão é: Proporcionar à pessoa idosa um modelo de atenção com acolhimento e cuidados focados na prevenção, na promoção e valorização do envelhecimento ativo e saudável. 

A principal proposta do Livro “O bem no Mal de Alzheimer” é levar informações às famílias, aos cuidadores e até mesmo aos profissionais de saúde que se dedicam ao cuidado à pessoa idosa portadora da patologia.

Para Zulmira, o conhecimento das sutis manifestações iniciais da doença de Alzheimer propicia o entendimento da doença e também fortalece as ações, abrindo espaço para criar estratégias de relacionamento e reflexões necessárias para a pratica da boa convivência.

 

 “Não é fácil conviver e cuidar de uma pessoa portadora da doença de Alzheimer, mas podemos facilitar e atenuar essas dificuldades através do conhecimento que nos leva ao entendimento e aceitação e, conseqüentemente, ao correto tratamento medicamentoso além de atividades terapêuticas que possam levar a uma vida menos sofrida para o  paciente, familiares ou cuidadores”. Declara Zulmira e também completa que todo paciente portador da patologia responde positivamente às manifestações afetivas. “É verdade que perdem o “verniz social” desconsideram convenções sociais, limites, mas  não perdem sua condição primária: continuam sendo um ser humano e em muitos momentos são excessivamente espontâneo e autênticos. Necessitam ser aceitos, assim como estão”. Observa.


Assessoria: CW3 Comunicação & Web

 

Zulmira Elisa Vono - 2010 / Assessoria de Comunicação - Joseane Astério - Jornalista  MTB 25.272?SP
Produzido por:
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